Diocese de Grajaú realiza II Peregrinação Diocesana de Frei Alberto neste sábado, 08/08
- Ariana Frós
- há 9 horas
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A diocese de Grajaú promove, neste sábado (8), a II Peregrinação Diocesana de Frei Alberto, reunindo fiéis em um momento de fé, oração e espiritualidade. A caminhada é um convite para que os participantes vivenciem a experiência da peregrinação, fortalecendo a comunhão entre as comunidades e renovando o compromisso com a caminhada cristã.
A concentração está marcada para as 4h da manhã, no Cruzeiro de Frei Alberto, de onde os peregrinos seguirão em caminhada até o Povoado Aldeia Velha, local que integra a história e a memória da missão de Frei Alberto na região.
Segundo a diocese, a peregrinação busca proporcionar um momento de profunda devoção, inspirando os fiéis a seguirem os passos de Frei Alberto por meio da oração, da convivência fraterna e da reflexão sobre a missão da Igreja.
A diocese de Grajaú convida toda a comunidade a participar da peregrinação, preparando o coração para viver uma experiência de fé, esperança e fortalecimento espiritual.
Quem foi Frei Alberto Beretta
Frei Alberto nasceu no dia 28 de agosto de 1916 em Milão, norte da Itália. No Batismo recebeu o nome de Henrique. Na escola de fé da família Beretta, Deus estava em primeiro lugar. Além de Fr. Alberto, desabrochou a vocação sacerdotal do seu irmão Mons. Giuseppe, da irmã canossiana na Índia, Madre Virginia e, sobretudo, da santa canonizada por João Paulo II, Santa Gianna Beretta Molla.
Formado em medicina em 1942, durante a II Grande Guerra teve que deixar o noviciado dos capuchinhos ao ser convocado pelo governo. Caindo o regime, fugiu para a Suíça, onde trabalhava em um hospital e frequentava o curso de teologia. Voltando a Milão ao fim da guerra, fazia cursos de especialização em todos os campos da medicina e frequentava a escola teológica no Convento dos Frades capuchinhos. Tinha urgência nos estudos médicos, pois sabia que no Brasil deveria estar preparado para tudo.
No dia 13 de março de 1948 foi ordenado sacerdote em Milão, e passou a fazer parte da Prelazia de Grajaú (Maranhão) no Brasil, aonde chegou em 1949. Trazia consigo livros e grande quantidade de equipamentos e remédios. Abriu imediatamente um ambulatório nas dependências do convento capuchinho. Naquela época, médico era artigo de luxo, que só os mais ricos conseguiam indo à capital.
Com informações de capuchinhos.org




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