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Sociedade Civil de Açailândia propõe projeto de lei que proíbe pulverização aérea de agrotóxico

A Associação Justiça nos Trilhos impulsiona, como membro da Rede Cidadania de Açailândia – Diocese de Imperatriz, a coleta de assinaturas para o Projeto de Lei que visa proibir a pulverização aérea de agrotóxico no município de Açailândia.


Por Valdênia Aparecida Paulino Lanfranchi / Justiça nos Trilhos


A iniciativa foi motivada pelo alto índice de pessoas com doenças provocadas pelo contato com agrotóxicos pulverizados por donos de fazendas de soja e empresas que usam essa técnica nas plantações de eucalipto.


Além das doenças, muitos/as agricultores/as familiares estão tendo sérios problemas com o plantio, pois a pulverização aérea vem prejudicando o plantio de mandioca, inhames e outras raízes porque o solo está contaminado e as árvores frutíferas já não produzem. A maior parte das flores dos frutos morrem antes dos frutos vingarem.


Sociedade civil organizada

No município de Açailândia, o vereador Denis Pereira apresentou um projeto à Câmara, mas os outros vereadores não apoiaram porque estão aliados com a cultura do agronegócio, mesmo quando suas ações colocam em risco a vida da população. A negativo dos/as vereadores/as fez com que a sociedade civil organizada buscasse o caminho da Lei de Iniciativa Popular.


A campanha para o Projeto de Iniciativa Popular conta com apoio incondicional de Dom Vilsom Basso que ressaltou a importância da proposta na 13ª Festa da Colheita que ocorreu dia 16 de julho no assentamento rural California – Açailândia (MA).

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