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Diocese de Coroatá participa de audiência pública na Câmara Municipal para debater a pulverização aérea de agrotóxicos

A audiência teve a participação de dom Sebastião Bandeira, bispo diocesano, e demais lideranças católicas do município



A Igreja no Maranhão, preocupada com o aumento do uso de pulverização de agrotóxico via aérea­ no estado do maranhão, propõe uma lei de iniciativa popular para proibir esse tipo de método que causa muitos prejuízos às pequenas comunidades próximas às áreas afetadas.


Para ampliar a conscientização, a Igreja Católica de Coroatá participou na segunda-feira, dia 17/06, de uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir a proibição da pulverização aérea de agrotóxico no município de Coroatá e de como ajudar as comunidades a enfrentarem esse grande desafio.

A audiência contou com a participação de vereadores, estudantes, líderes de comunidades, líderes de pastorais e movimentos da Igreja particular de Coroatá, representantes do setor agrícola, e do bispo diocesano, dom Sebastião Bandeira.



Em Coroatá, o projeto de lei foi apresentado pelo vereador Diogo Gonçalves (PT) que em seu discurso falou dos desafios enfrentados pelas comunidades em relação ao uso desse método. No município, a preocupação é maior especialmente com os moradores da zona rural que vivem nas proximidades das áreas de cultivo.



Em todas as dioceses do Maranhão, ocorre uma mobilização com coleta de assinaturas para assegurar a criação do projeto de lei, que é de iniciativa popular, contra a pulverização aérea de agrotóxicos em todo Maranhão. Após assinaturas coletadas, o documento será enviado à Assembleia Legislativa do Maranhão.


Com informações e fotos de Alessandra Santos (Rádio Educativa de Coroatá) especial para o Regional Nordeste 5.

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