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Comunicadores da Igreja no Brasil e Ascom CNBB dialogam sobre a 59ª Assembleia Geral dos Bispos



A Assessoria de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu na manhã da sexta-feira, 19 de agosto, uma reunião virtual com 30 comunicadores do grupo Comunicação Integrada, do qual participam jornalistas das assessorias de imprensa das dioceses e arquidioceses, das pastorais e organismos da Igreja no Brasil.


A reunião, coordenada pela assessora de comunicação da CNBB, Manuela Castro, teve o objetivo de compartilhar informações sobre a etapa presencial da 59ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), de 28 de agosto a 2 de setembro próximo. O encontro também buscou envolver os profissionais na disseminação, em seus meios de comunicação e redes sociais, da etapa presencial do evento bem com como articular uma forma colaborativa de cobertura do evento.


Unidade e comunhão entre os bispos e a Igreja

O bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, dom Joaquim Mol, conduziu a oração e fez uma saudação inicial aos participantes.


Dom Mol lembrou que a etapa presencial da 59ª AG contará com os bispos na ativa na Igreja no Brasil e também com a participação dos eméritos. Ele lembrou que o momento presencial fortalece o trabalho e a convivência entre os pastores. “Os dois somados, o trabalho e a convivência, dão a unidade e a comunhão entre os bispos e a Igreja no Brasil”.


Ele definiu a Assembleia como um momento de reflexão, discernimento e votação de assuntos que são importantes para a Igreja no Brasil. O presidente da Comissão de Comunicação da CNBB reforçou que os temas são elaborados previamente e com bastante antecedência por especialistas, peritos, padres, religiosas, bispos e leigos. Depois passam por um processo de amadurecimento, com retorno às Igrejas Particulares e, por fim, pelo discernimento e votação dos bispos em assembleia. “Os principais documentos são votados parágrafo por parágrafo”, contou.

Os temas, segundo dom Mol, vão às dioceses em etapas nas quais os bispos os submetem à reflexão dos fieis. “Quanto maior envolvimento e a participação dos fieis na análise e sugestões nas Igrejas Particulares maior é a sinodalidade na Igreja no Brasil”, disse. De acordo com dom Joaquim Mol, em função desse processo de participação, as assembleias da CNBB são a expressão da união e da comunhão entre os pastores e da sinodalidade na Igreja no Brasil.

Também foram apresentados aos participantes os temas centrais, que, após três anos das assembleias on-line em função da pandemia da Covid-19, estavam aguardando um momento presencial para serem votados, conforme exigências do Estatuto da CNBB.

Os temas centrais da 59ª AG são as atualizações das Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil rumo à 60ª AG, do Estatuto da CNBB, o Novo Missal, o Ministério do Catequista e o Estudo nº 114 cujo título é: “E a Palavra habitou entre nós” (Jo 1,14): Animação Bíblica da Pastoral a partir das comunidades eclesiais missionárias”. Matérias e vídeos explicando o processo de sistematização de cada tema e como será votado na assembleia podem ser acessadas no hot site do evento (aqui).


Equipe de colaboradores e produtos


Manuela Castro, assessora de Comunicação da CNBB. | Foto: print.

A assessora de comunicação da CNBB apresentou a equipe de 12 colaboradores jornalistas e comunicadores, entre contratados da CNBB e voluntários dos regionais, pastorais e organismos, que terão a tarefa de comunicar as decisões e os processos do encontro do episcopado brasileiro na 59ª AG CNBB para a Igreja no Brasil e para a sociedade.


Ela apresentou também apresentou os produtos que a Assessoria de Comunicação do evento disponibilizará e falou sobre as transmissões ao vivo pelas redes sociais da CNBB em parceria com o portal A12 e com a TV Aparecida.


Dom Joaquim Mol reforçou que o grande desafio não é a comunicação para dentro da Igreja mas para fora. “Todos os conteúdos e o processo da 59ª AG CNBB precisam reverberar no interior da Igreja. Mas o grande desafio é pautar o encontro dos pastores nos veículos da mídia secular”, disse. Ele pediu um empenho aos comunicadores católicos: “Tudo que vocês puderem fazer para levar uma nota e um recadinho deste encontro para os outros veículos de comunicação seria nota 10”.

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